Jogo de Terça: The Legend of Zelda: Skyward Sword

 Navi… Navi, onde tu estás? Vem até aqui… Oh Navi a Fada… Ouve minhas palavras, as palavras da Árvore Deku… Tu estás sentindo? A atmosfera do mal que está cobrindo este reino… Forças malignas estão reunindo tropas para atacar nossa terra, Hyrule… Por muito tempo, a Floresta Kokiri, a fonte de vida, resistiu como uma barreira, impedindo intrusos e mantendo a ordem do mundo… Mas… diante deste poder do mal, até mesmo o meu poder não é nada… Perece que chegou o momento do garoto sem fada começar a sua aventura… O jovem cujo destino é levar Hyrule ao caminho da justiça e verdade… Navi… Vai agora! Encontra nosso amigo e o guia para mim… Eu não tenho muito tempo. Voa, Navi, voa! O destino da floresta e do mundo, depende de ti!

Opa! Errei a introdução do jogo! Na verdade a citação acima é do Zelda: Ocarina of Time (Nintendo 64). Mas, de fato, é bem apropriado, pois o Hype ambicionado pela Nintendo ao lançar a mais recente epopeia de Link para Nintendo Wii, é o mesmo que foi alcançado em 1998 com o Zelda 64.

The Legend of Zelda: Skyward Sword foi lançado para Nintendo Wii em 18 de novembro de 2011, como sucessor de Zelda Twilight Princess. Ganhador de grandes prêmios e críticas muito boas pela imprensa especializada, Skyward Sword é o grande game de Nintendo Wii e uma revitalização para a franquia Zelda, inovando na jogabilidade, mais sensível e interativa, fazendo com que o jogador use e abuse do WiiMotion Plus, balançando uma espada (Uepa!), se pendurando em cordas ou manejando arcos e flechas, estilingues e bombas. A jogabilidade é aquela já característica da franquia, não muito estático como num RPG nem muito movimentado como um adventure, mas sim, aquilo que se espera de um bom Action RPG ou o que quer que se classifique um épico como Legend of Zelda.

Assim como a maioria dos jogos da série, Skyward Sword tem uma história fechada sem influência dos jogos anteriores (será!?). Link é um cavaleiro n00b que mora em Skyloft e é um grande amigo de uma menina chamada Zelda que, pasmem, não é uma princesa (ainda!). Em um passeio romântico dos dois pombinhos, Zelda é capturada por Ghirahim (Where are you, Ganondorf!?) enquanto Link leva um K.O. e sonha com umas piras loucas. Quando acorda, Link recebe a roupa do Herói do Tempo e parte para o mundo abaixo das nuvens junto com Fi, um espírito da Goddess Sword que se tornará a Master Sword (graças a Farore, não é mais uma fada chata!). Como já é perceptível, mesmo não revelando muito da história, já se pode observar alguns ganchos para outros games da franquia, dando mais trabalho aos teóricos da linha cronológica de Zelda. Na verdade a Nintendo lançou um guia junto com o game que mostrava a definitiva linha cronológica da série, acabando com todo o sabor do mistério que essa suposta cronologia suscitava nos fãs. (Essa polêmica da cronologia de Zelda será tratada futuramente pelo blog).

Verdade do Dia: Zelda não é o carinha elfo de roupa verde!

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