Clássicos: Ninja Gaiden (NES)

Ta aí um game que fez a galera das antigas perder os cabelos. Ninja Gaiden é um jogo dos tempos em que jogar videogame era uma arte para poucos. Requisitos para jogar Ninja Gaiden: Ser Sennin em Ninjutsu Bujinkan, ter quatro mãos e possuir uma fé do tamanho de um grão de mostarda (Amém!).  Na verdade o primeiro Ninja Gaiden para Nintendo Entertainment System não é, realmente, o primeiro da franquia. Em 1988, a Tecmo lançou Ninja Ryukenden (“A Lenda da Espada Ninja do Dragão”, (Japão.rar!)) para os Arcades e você, com certeza não jogou. Mas você deve ter jogado os três games sucessores que foram lançados para o NES no remake especial para o Super Nintendo (1995) . E, talvez, você pode ter jogado o remake em 3D broxa do XBox em 2004. Mas duvido que você seja Matusalém o bastante para ter jogado o primeiro game da série lançado para o Nintendinho.

Ninja Gaiden (1989) foi um precursor para sua época. Além de apresentar belos gráficos, trilha sonora embasbacante, jogabilidade incrível, dificuldade extrema e uma história cinematográfica, ele contribuiu com algo que, hoje em dia, é obrigatório pra qualquer jogo que se preze. Ninja Gaiden, simplesmente, inventou os Cinematics (ou Cut Scenes). Isso mesmo! Aquelas cenas em estilo filme que você vê entre as fases dos jogos e que explicam a história do jogo existem graças à Ninja Gaiden. Antes, nenhum outro game havia inserido esse conceito. Cara, só de olhar essa capa me dá uma nostalgia bacana. Infelizmente, não peguei essa época, mas a do Super Nintendo, sim. Mas, mesmo assim, não se pode negar que a contribuição do NES e, também, da Tecmo ao criar Ninja Gaiden foi crucial para o mundo dos games!

História (ou “Justificativa pra pancadaria gratuita”)

O filme, digo, o game começa com o pai do ninja Ryu Hayabusa (o char principal), Ken Hayabusa (Ryu!? Ken!? Quem copiou de quem aí??) lutando contra um marrentão chamado Malth. O pai do Ryu leva um K.O. bonito do chifrudo e morre. A única coisa deixada, é uma carta para Ryu, mandando-o ir até os EUA procurar um arqueólogo chamado Walter Smith que guarda uma estátua misteriosa. A partir daí, a trama cresce, ao melhor estilo daqueles filmes de pancadaria dos anos 80 e 90, com reviravoltas surpreendentes e cenas bastante dramáticas, tudo isso orquestrado pelo terrível boss, mistura de cruz-credo com zé canhoto, Jaquio. É, gafanhotos, o páreo é duro, e Hayabusa (nome de moto da Suzuki) vai ter que tirar a Kunai do bolso pra enfrentar essa parada.

Walter Smith

Ryu Hayabusa

Ken Hayabusa

Malth

Jaquio contém todos as mensagens subliminares possíveis!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Anyway, o jogo vale a ficha?

Pow, man, e tu ainda me pergunta isso!? Dificuldade cabeluda, história supimpa e cinematics inovadoras… é claro que vale a ficha. Ou melhor, vale alugar a fita no tio da esquina, ou baixar o emulador de NES e a rom. E lembre-se do crucial para vencer os grandes games clássicos: MALIÇA!

  

Verdade do Dia: Para cada Princesa existe um Guerreiro Ninja!

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