Jogo de Terça: Devil May Cry 3 (soooodaa!)

Ficha Técnica:

Desenvolvedor: Capcom.

Plataforma: Playstation 2 e Windows (Special Edition).

Data de Lançamento: 2005; 2006 (Special Edition).

Gênero: Ação, Hack ‘n Slash.

Nota: 10!

Dante

Devil May Cry 3 é o grande jogo para PS2. História fodz, gráficos fodz, trilha-sonora fodz, jogabilidade fodz, protagonista Super Fodz! Dante volta com tudo, na última parte da trilogia original de DmC. Depois de um jogo quenga, a Capcom se redimiu com glória em DmC3. Lançado para PS2 em 2005 e em uma edição especial para Windows um ano depois, o terceiro jogo da franquia conta fatos ocorridos antes do primeiro DmC, como a origem da rixa entre Dante e seu irmão gêmeo Punk, Vergil, além de aspectos do pai dos irmãos ternura, Sparda, e o como Dante se tornou um caçador de pé-peludos, além de contar com a participação mais que especial da Lady que, me desculpem quem pensa o contrário, mas sou muito mais ela que a Trish… Anyway, bora ver a história desse mega-jogaço!

História:

Vergil

Lady

Vergil, um meio-demônio, que quer possuir o poder adormecido de seu pai demonhão Sparda. Enquanto isso, seu irmão-gêmeo Dante (Jackpot!) recém-fundou uma loja de mata-bicho-ruim delivery, mas esse empreendimento ainda não tem nome. Ele recebe a visita de Arkham, um véio meio com pinta de pastor que também quer o poder de Sparda, e esse lhe traz uma mensagem de seu maninho Vergil. Após isso uma cambada de carredondo ataca a loja, mas Dante acaba com todos eles com estilo. Quando sai na rua, Dante se depara com uma cidade destruída, repleta de monstrengos e uma enorme torre chamada Temen ni Gru emerge do chão. Essa torre serve de canal de comunicação entre o mundo humano e o makai. Vergil precisa dessa torre para conseguir liberar os poderes de Sparda. Dante quer impedir Vergil de fazer isso, pois isso não parece nada legal (^^). Vergil precisa do amuleto de Dante para, junto com seu próprio amuleto, abrir as portas da casa da dona Clotilde e pegar os poderes de seu pai. Dante vs Vergil. Uma luta… ou melhor três lutas emocionantes, sangrentas e com várias reviravoltas. Arkham, o misterioso velho, é um aliado de Vergil que, na verdade o manipula para ele próprio possuir os poderes de Sparda. Sabendo disso, “Lady” (como Dante a chama, mas seu nome verdadeiro é outro, descubra por si mesmo), a filha de Arkham, vai no encalço de seu pai para impedí-lo de mexer com essas coisas sobrenaturais e têm vários encontros “amistosos” com Dante. Outro que vez ou outra, ora dá uma mãozinha, ora ferra com Dante, é o hilariante e enigmático Jester, um pé-chato com pinta de Coringa do Batman. Dante tem que lidar com todo esse pessoal problemático e ainda lidar com hordas e mais hordas de youkais sedentos pelo seu sangue, um mais terrível e doido que o outro. É… a vida não é fácil para um cara maneiro…

Jogabilidade:

Devil Trigger Ativado

DmC 3 conta com a jogabilidade já característica da série, ou seja, esmague os botões como um louco e como se não houvesse amanhã. O destaque fica por conta do Devil Trigger, momento em que Dante usa seus poderes demoníacos ao limite, e pelos seis estilos que Dante pode alternar entre as missões, quanto mais monstros derrotar, mais você vai upar no estilo e novos golpes são liberados. Os estilos são: Trickster (especialista em esquiva, dash e teletransporte, meu favorito!), Swordmaster (especialista em espadas), Gunsliger (armas…), Royalguard (especialista em defesa e contra-ataque), Quicksilver (controla o tempo, permitindo movimentação mais rápida), Doppelganger (cria uma sombra que pode ser controlada pelo controle 2, muito massa!)

Novas armas são liberadas conforme os bosses vão sendo derrotados. E, é claro, quanto mais kills com a arma, mais você vai upá-la e mais golpes estarão disponíveis. Adicionalmente, você pode comprar ítens (orbs) que recuperam vida, energia, dão continues ou adicionam dano ao inimigo. Conforme você os vai comprando, os preços aumentam, por isso minha dica é não comprá-los no início do jogo. Tente resistir e comprar algo só na parte contra o Agni e Rudra (os dois coisa de pedra). Lembrando que habilidades de armas e de estilos também custam grana, então, é bom administrar.

Considerações Finais

Jester

DmC 3 é o jogo que nasceu pra ser soda. A última batalha com Vergil (sério que vocês consideram isso Spoiler…?) é de tirar o fôlego e mostra que nos tempos em que os jogos ficaram relativamente fáceis, o pessoal da geração PS2 teve que ficar com alguns calos pra destrinchar esse jogaço. Como eu disse, gráficos ótimos (para a época), áudio muito bacana (um heavy metal com música sinfônica), jogabilidade interativa e, principalmente, uma história épica com personagens carismáticos, fizeram de Devil May Cry 3 um dos melhores e mais marcantes jogos do PS2. Simplesmente, inútil dizer que é obrigatório para qualquer ávido por ação e boas histórias. Uma pena que a franquia ficou descaracterizada com DmC 4 (trocaram o protagonista e tals) mas, mesmo assim, Devil May Cry 3 elevou a franquia à um nível altíssimo e afirmou DmC como uma série com identidade própria e não apenas um jogo que deveria ser Resident Evil. Pontos pra Dante. Jackpot!

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